sábado, 23 de junho de 2007

Aula 29 - 04/06/2007 - Continuação das apresentações

Não quiz assistir!

Aula 28 - 01/06/2007 - Começo da apresentação dos trabalhos do livro...

E foi aí que eu vi que a sala é gente boa pra caramba, tirando um grupinho de 4 ou 5. Houve um problema quanto a apresentação do nosso trabalho, pois nos foi passado o capitudo errado para estudar. Então, como valia 25 pontos, não é brincadeira né, é simplesmente 1/4 da nota do semestre. Então, como não havia outro dia para a apresentação desse trabalho, o prof. André propôs que colocassemos essa aula no sábado... PRA QUE? Graças a Deus a maioria ali concordou, uns 90%.. (que são as pessoas que sabem que vão poder contar comigo sempre)... agora teve um povim do jornalismo que eu prefiro nem entrar em detalhes :D... resultado... Não haverá a reposição no sábado. O que aconteceu hoje encaixa perfeitamente nessa frase: "pimenta no olho dos outros, é refresco".. tipo assim: quem vai perder os 25 pontos são vcs, então, q se danem :D... Mas tudo bem, nada melhor q um dia após o outro...

Mas André, valeu a oportunidade de nos deixar apresentar pelo youtobe.. 10!

Aula 27 - 28/05/2007 - Sobre o livro...

Hoje na aula foi passado a primeira parte do trabalho sobre o livro "Historia das Teoria da Comunicação", mesmo sem o datashow, deu para ver muito bem as imgens do powerpoit que o André fez, entendemos também quase tudo da explicação, porque o livro possui uma linguagem muito difícil, e é bem confuso, mas estou gostando, pois coisas que eu nem imaginava, o livro mostra de uma maneira bem normal. Mal eu sabia que ia rodar bonito nessa :D

Observatório da Imprensa - Decisão judicial

Em cumprimento a ordem judicial, publicam-se a seguir cópias do mandado de intimação e da sentença judicial transitada em julgado, prolatada na Ação de Reparação de Danos Morais que Cláudio Humberto de Oliveira Rosa e Silva moveu contra a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – processo nº 2001.01.1.059223-0, da 16ª Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília. Determina a sentença que...
"A fim de garantir uma íntegra reparação do dano advindo ao autor, a requerida também deverá providenciar a publicação desta sentença, na íntegra e às suas expensas, no mesmo site da Internet em que a matéria foi divulgada, qual seja, no `Observatório da Imprensa´, com o mesmo destaque da matéria ofensiva, conforme determina o artigo 75 da Lei 5.250/67."

Aula 26 - 26/05/07 - Indústria cultural e as comunicações

Nesta aula foi explicado o texto sobra Indústria Cultural, mas levando mais pra o lado do nosso próximo trablho. que será sobre o livro " Teorias das Histórias da Comunicação", será um trabalho em grupo e tremos que apresentar, acho que este vai ser difícil, acho não, certeza absoluta que a galera vai dar uma rodada nesse trabalho, mas faz parte! :D

Aula 25 - 21/05/07 - Continuação da elaboração da prova...

Como eu e o Mauro já havíamos feito, ficamos atoa na sala de aula :D

Observatório da Imprensa - Por que ninguem viu a microssérie?


Como o jornalismo impresso repercutiu a estréia da microssérie A pedra do reino? Qual a contribuição da imprensa e da TV na rejeição do público a modelos narrativos diferenciados? Mais uma vez houve conflito entre opinião, gosto e consumo na cobertura? Todas essas questões vêm a calhar em face do apagão que se abateu sobre a mídia e a inteligentsia brasileira após a estréia da série. Para a Globo, era de se esperar o curto-circuito. Mas fica difícil entender por que a imprensa e os intelectuais não conseguiram (ou não quiseram) problematizar o impacto do novo trabalho de Luiz Fernando Carvalho.
Impacto, é bom lembrar, não é adjetivo. Portanto, não se está falando apenas do sucesso ou fracasso da série, mas do fenômeno em si, de seus desdobramentos e implicações.
No domingo (10/6), dois dias antes da estréia, quase todos os jornalões do país dedicaram páginas e mais páginas para A pedra... Na maioria dos textos, a discussão privilegiava os aspectos estéticos e quase sempre resvalava para o elogio rasgado. Um ou outro crítico mencionou a "ruptura do padrão televisivo", mas o ponto de vista auto-referente apenas alertou para a dificuldade de se encarar o programa. Ninguém se dignou a investigar por que o distinto público teria tanta dificuldade.
Veio a estréia e a rejeição acachapante da audiência fez o ibope despencar para míseros 11 pontos. Os jornalistas ficaram atônitos. Alguns focaram na preocupação da Globo com a perda da liderança, outros resolveram atacar o hermetismo da série, mas ninguém, mais uma vez, pensou em ouvir o público para entender, de fato, as suas motivações.